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5 tendências para o mundo do trabalho em 2023

A consultora Angela Jackson lista como o futuro do trabalho já começa a se desenhar a partir deste ano

11/01/2023 18h52


5 tendências para o mundo do trabalho em 2023

O futuro do trabalho está menos previsível depois da pandemia. Tudo mudou depois que as pessoas passaram a trabalhar de casa. Agora, precisam lidar com a readaptação ao presencial e os efeitos da crise econômica provocada pela Covid-19.

Em paralelo, temas como diversidade e preservação ambiental dominam cada vez mais os discursos corporativos.

Em meio a tantas transformações, a fundadora da consultoria de recursos humanos Future Forward Strategies, Angela Jackson, que também é palestrante sobre empreendedorismo e inovação na Universidade Harvard, apontou 5 tendências para o futuro do trabalho em um artigo para a Fast Company.

Confira a seguir o que a especialista espera para a vida no escritório – “caseiro” ou não – já para 2023 e além.

1 – Avanço da gig economy

A gig economy segue em alta com sua oferta de trabalho sob demanda. Se os empregos em tempo integral escassearam, uma alternativa para compor a renda dos trabalhadores passa a ser a da contratação para um projeto específico ou uma missão pontual.

Mesmo profissões mais tradicionais, como as de enfermagem e advocacia, têm adotado o formato em maior escala nos Estados Unidos. Angela arrisca dizer que a força de trabalho por demanda será maior que a por tempo integral já em 2027.

2 – Trabalho com valores 

O que é ter sucesso no trabalho? As novas gerações têm redefinido esse conceito. Assim, os mais jovens passam a valorizar muito mais a flexibilidade e o equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional.

Também querem realizar funções com propósito e não miram apenas ganhos financeiros.

De sua parte, as empresas se veem obrigadas a acompanhar esses movimentos. Os talentos do mercado buscam vagas em corporações cujos valores coincidem com os seus. E que estão focados em “fazer a coisa certa”, o que significa preocupar-se com questões ligadas à inclusão e às mudanças climáticas, por exemplo.

3 – Cardápio variado de benefícios

Será que quem trabalha de casa não prefere que parte do que recebe em auxílio-transporte seja convertida em pacote para a sua internet?

Esse tipo de flexibilidade passa a ser visado tanto por empregadores como por colaboradores. Afinal, as necessidades entre diferentes perfis de trabalhadores tornam-se cada vez mais variadas.

Notebook, celular e apoio psicológico estão entre as modalidades que ganham relevância como benefícios oferecidos aos profissionais.

4 – Mais diversidade e inclusão

Três quartos dos funcionários e candidatos a vagas de emprego afirmam que uma força de trabalho diversa é um fator fundamental para escolherem uma empresa para atuar profissionalmente, segundo Angela Jackson.

Esse viés de pensamento tem sido adotado por líderes e estratégias organizacionais. Nas empresas, tais propósitos passaram a ser tratados sob a sigla DEI – Diversidade, Equidade e Inclusão.

O iFood apresentou em 2021 metas de diversidade relacionadas a mulheres e pessoas negras. Elas incluem ter 50% de mulheres e 30% de pessoas negras na liderança e 40% de pessoas negras no quadro geral de funcionários.

5 – Empregadores como portas para a educação

As necessidades de aprendizado de uma força de trabalho em rápida evolução nem sempre são supridas por faculdades e universidades.

Dessa maneira, os empregadores preenchem lacunas na formação dos profissionais, aprimorando e requalificando seus quadros por meio de benefícios como o de bolsas para cursos de especialização.

Por sinal, o iFood tem como meta de educação até 2025 a de formar e empregar 25 mil pessoas de públicos sub-representados e de baixa renda em tecnologia, contribuindo para a redução do apagão tecnológico no Brasil. Confira aqui quais foram os resultados das ações da empresa em educação em 2022.